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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

 Na imagem , o oceano sobe as escadas da praia do Leblon.

 Um climatologista indicou que por dentro do Niño existem formações Niñas que trouxeram essa instabilidade no tempo e uma chuva inesperada para um período alardeado como de um calor extremo, em Setembro. 

A capacidade de armazenamento computacional propiciou acertos maiores do que as mancadas de antigamente. Favoreceu, sobretudo, produtores agrícolas,  etc.

No Rio, na virada do ano de 2000 para 2001, um meteorologista ligado à prefeitura de Cesar Maia, afirmou que poderia chover durante o Reveillon. A festinha do buscapé em Copa não teria , então, brilho mais relevante? 

O cara foi demitido. E ele errou, porque não poderia chover: choveu das 19 horas até o início da manhã do dia primeiro de  Janeiro. Eu  estava por lá. 

Foi o evento que registrou duas mortes na areia da praia. Dois turistas brasileiros.

À época, os fogos de artifício ficavam enterrados na areia.

Hoje, na verdade há muito tempo, existem as balsas no mar. Os fogos ficam armazenados com mais segurança.

O rapaz foi demitido porque no Rio, somente   mediante pressão da rede hoteleira, bares, afins  e anunciantes de bebidas, temos  sol com temperatura e umidade do ar perfeitas, o tempo todo.  Ou melhor: Tempo e clima incríveis. Termo denegatório  para o que se tem.

E existe conivência midiática oficial para isso. Qualquer barraqueiro experiente, das e nas areias praianas cariocas, sabe disso melhor do que qualquer prefeito.



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