Diante do descalabro, previsível faz tempo, alguns cronistas políticos falam em reconstrução do país, etc.
Não se trata de reconstruir porque algumas situações morreram, não brota mais nada dali com postura e olhar de século 20, que segundo a obra de Magno Machado Dias acabou nos anos 80, mas de inventar outras formações compatíveis com o século 21, quiçá 22 se houver. Portanto, a tarefa é bem mais difícil. Aquele nosso mundinho e certas considerações e atitudes , que funcionavam para modo civilizatório razoável, contenções, etc, morreram.
O sintoma é visivelmente eclesiástico em.todos os casos. Corre -se para trás enquanto o vetor da maldade sempre caminha para frente.
Haverá num futuro, não tão distante , uma geração que não reconhecerá a turminha que a precedeu.
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