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sábado, 15 de agosto de 2026

 Oficina Clínica

Sábado, 15 de Agosto de 2026
Gênero não determina escolha de gozo; Escolha de transa, escolha de par... E gozo não é somente aquilo que se experimenta no' fuc fuc..'Tudo é da ordem do gozo, do tesão possível, porque o desejado impossível ( de fato e de direito) não há . Essa é a maior das sacanagens. Mas existe gênero; existem formações primárias, bióticas .. Comer uma comida bem gostosa não é um tesão? Coisas do sexo...
Tornou-se convenção nomeada que temos meninos e meninas dessa espécie estranha chamada Gente, Pessoa..Que podem se divertir com o que quiser , e sobretudo, lhes for possível e sem , desculpe o mau jeito, 'cagação' de regra social e/ou eclesiástica. Que é o mais frequente e mais opressor.
Meninas podem ir à ginecologista, ao urologista ( Tem rim e bexiga também ), mastologista , etc e etcs.. Os meninos podem ir ao urologista , à mastologista também podem. Já na ginecologista não funcionará tão bem.. É preciso que essas situações contemporâneas , ainda confusas, e que acarretam problemas para muitos e muitas se esclareçam minimamente.


 Oficina Clínica.

Sábado, 8 de Agosto de 2026.
Repetição é um ritmo frequente num processo analítico. A função analítica deve atentar quanto às possíveis expectativas, por parte do dito analista, relacionadas ao que é da ordem desse repetitivo. Até porque é o que mais comparece. Não há que se ter expectativas. O juízo a acompanhar esse andamento é suspensivo. Suspensivo dos juízos de valor de cada um.

 Oficina Clínica

Sábado, 1 de Agosto de 2026.
Reconhecer por via de entendimento, enciclopédico ou não, que perdas e o luto que se instalará a seguir pode durar uma vida inteira já é um passo.
Essa ausência presentificada, manifestação de uma irreversibilidade radical, a ser atravessada, tratada sem maiores estragos, precisa, de fato, ser incorporada psiquicamente. É uma postura a ser praticada.


 Não teria coragem, porém é bem bonito

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 Recomendo a leitura da coluna de Eduardo Afonso, hoje,publicada no Jornal o Globo.

Uma boa cutucada em cima de um certo cinismo contemporâneo.


 Olha aí, Andrea Dutra.. Sobre o que você ajudou a contar ...também e tão bem. Bj

A fofoca que não desiste de não fofocar.

Tantos anos e reencontro o Vinícius na sua Toca. Não na rua que leva o seu nome e que já foi nome da rua da família da minha avó materna, até 1980.Ano da morte do poeta: Rua Montenegro. 

O restaurante e o espaço anexo para shows existem há quase 40 anos. A casa de show ficou fechada em alguns momentos e reabriu há pouco tempo. Espaço excelente. Que tenha vida longa, ou seja: que seja imortal tal e qual Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Carlinhos Lyra e todos os outros da Bossa.

Sob a batuta de Andrea Dutra, amiga e cantora tão talentosa assim como os três músicos que a acompanhavam (Manu Marinho, Marcio Bahia e Sérgio Castanheira com participação especial do cantor Augusto Martins), retornamos à casa da Bossa Nova. Show especial. Repertório impecável.

Durante o espetáculo, uma das canções apresentadas naquela noite, tinha sido tema de uma peça de teatro que também se transformou num filme, início dos anos 80. Patrícia Pillar e Djavan eram os protagonistas no filme. Isso foi relembrado por Andrea.

 Dizem, as mais afiadas línguas, que rolou um romance extra setting de filmagem entre os dois. Jovens, bonitos, aquele romance de filme todo rolando... Quem resiste?

Certo dia, num restaurante de Copacabana, um garçom que conhecia Mônica e a minha pessoinha, de um outro restaurante (Esse bem melhor), em que trabalhara por longo período, conta-me uma história ótima.

Casada à época com Ciro Gomes (Sim, ele mesmo), Patrícia jantava no tal restaurante que chamarei de ‘Bem Melhor, situado no Leme, com o mencionado marido. Em mesas separadas estavam outras figuras públicas da política nacional. Dentre eles o ex. presidente Fernando Henrique e Dona Ruth Cardoso. Ciro tornou-se um desafeto do casal palaciano. Contudo, sem qualquer cerimônia, ele se aproximou da mesa em que estavam sentados o ex-presidente e a saudosa Dona Ruth e lhes disse:

‘Essa aqui é minha mulher’! Posso imaginar a cena e o constrangimento da também talentosa e linda, Patrícia, a ser anunciada dentre exclamações e sotaque carregado.

Quem me contou ajudou nessa pequena e modesta crônica. E acrescentou que havia um conterrâneo do político nordestino, cearense portanto, na cozinha, e que dizia entre o preparo de um prato e outro:

‘Volte para Djavan, Patrícia! Volte para Djavan!’

E o show deve continuar...sempre