Jair Bolsonaro foi visto se manifestando. Mas parece que não lhe deram chance para falar.. AINDA BEM! Jair é inimputável.
A cobertura da Globo evita entrevistas para que não se digam as asneiras que dizem sempre ( com a clara intenção e cujo inferno se regozija em diabruras). Tanto na de sexta - profissional, dirigida, com apoio alimentício e de transporte- tanto quanto na desorientada de Domingo.
A Rede Bandeirantes - que é simpática ao governo- entrevistou algumas figuras que diziam quase nada. E filmou- foi das poucas ou a única- o indescritível Deputado Milico. Funciona na tentativa da desmoralização do evento. Mas o grito, as panelas e as 'Cutis Sindicais" são válidas,LEGÍTIMAS. Mesmo que provoque tremedeiras- tal como anuncia um ótimo e falecido programa humorístico, TUDO JUNTO E MISTURADO, da emissora primeira, e que muitos fingem que não conhecem, não viram, não sabiam. O que não impede que tudo isso exista.
Resta saber se vai dar pra comer, nutrir, hidratar, acolher....Democracia é essa beleza. Alguém pode até colocar aspas na beleza. O Sr. Jair, por exemplo. Resta o samba: " Com que roupa.Eu vou/ Pro Samba que você me convidou?...LÁ LÁ RÁ. Lindo samba. Bem braSZileiro.
As manifestações para mim ocorreram em 2013. Aquelas primeiras. Assustadoras, pois tão belas. A imagem do Congresso com a população em cima dos seus seios pátria amada, mãe deveras não tão gentil, foi o MELHOR SELF DO PAÍS. Aí vieram depredações, o esgoto aberto... Infelizmente, os resultados colhidos , um ano e meio depois, pífios se mostraram. Basta ver o ' NOVO CONGRESSO'", AS NOVAS ASSEMBLÉIAS....ENFIM. 'O NOVO GOVERNO'. Esse é o drama. Esse mal estar que não é , infelizmente, sazonal.
segunda-feira, 16 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
O futuro do pretérito lambido. Um momento de metrô.
Escada adiante. É isso. Ao final da Rua da Alfândega- final para quem vem da Primeiro de Março em direção à Uruguaiana- avista-se a entrada do transporte do demônio. Essa definição ,segundo um amigo dominado por claustrofobias, não combina com as realidades dos transportes outros, ditos públicos, O metrô ainda é algo um tanto mais civilizado e eficiente apesar dos seus esconderijos subterrâneos. O cabra em questão- autor da sentença endiabrada- tem um metro e oitenta e tal e se coloca cheio de dedos para certos deslocamentos ( nos aviões também passa mal) e até para tomar uma injeção. E nem precisa ser na bundinha não. No braço, bem forte, também surgem espasmos. Vai saber....
Uma vez alcançado o demônio e suas extensões, vem na mesma direção o comentário da viúva de João Ubaldo Ribeiro sobre o modo como ele compunha alguns personagens. 'Ele ficava espiando e imaginando como seria a vida, a casa, os hábitos, as taras daquele cidadão ou daquela senhorita. '- relembrava. Cono se imagina, quem se dá a essa mistura de letras a contar firulas adora fofocar também. Mas é fofoca da vida toda. Aquela que qualquer UM pode fazer. Uma simples questão de poder. Não tão simples por escrever, porém.
Seguindo a dica, nota-se esse senhor de cabelos grisalhos e desalinhados a existir pela frente. Carrega, enquanto desce uma sequência de escadas, uma sacola de plástico com brasão de algum supermercado. Vai para casa. Quem decidiu? A continuação dessa história, obviamente. E o óbvio é o que não se quer ver- diria Rodrigues, O Nelson. O evidente de Nelson era ululante. Uma hiper obviedade. Poderia se chamar então Óbvio Ululante Redundante Engraçadinha da Silva. Em homenagem as nossas origens e outras histórias.
Desiste-se desse personagem. Ele é tosco. Um pouco mais ao lado percebe-se a inconveniente presença desse rapaz que disputa cada passada como se estivesse numa marcha olímpica. Tem os olhos preservados por umas lentes escuras e rebola com gosto. Sumiu adiante. Pegaria a linha de sentido oposto.
E qual seria o sentido desse palavrório que brota por essa boca de computador com memória de gigabites a nos humilhar no presente e ainda mais no futuro incerto e que nos ensinamentos - tirando aquele surto esportivo de estrangular olimpicamente sua mulher, Hélène- de um Althusser predestinado a assustar até mesmo um Jacques Lacan contemporâneo, interlocutor e amigo. Althusser, nascido na Argélia, foi um filósofo marxista da melhor qualidade e um dos nomes importantes dos movimentos estudantis, acadêmicos e por que não, esportivos, daquele Maio de 1968, em Paris. Lacan, por sua vez também analista dos sintomas marxistas, um alto burguês. Sobretudo, genial.
A história do metrô diabo já tomou outro rumo incerto. Deve ter sido o alto falante que berrava palavrinhas de 1968, num carro de som do século que não chega para muitos, numa esquina próxima, antes da estação. O carro estava estacionado, parado. Feito o discurso que se seguia. De fato, o moço que berrava anda para trás. Quase caiu do cavalo. Seria afinal carro ou não? Rédea curta, moço prendado.
Salão principal a espreitar o trem-metrô que se agiganta. Passa voando. Seria o amigo que tem medo de tudo a lhe conduzir, fingindo ser o gavião que simboliza a sua paixão desportiva? Quanta pressa, meu nobre! Deixastes frustradas ao menos essas duas beldades que esperam por ti e que estavam na mesma sala de exposição que a gente, há pouco! Cochichavam durante a fala do pintor famoso.E justo ele que tentou por entre gelos e tundras abstrair o seu olhar com aquelas cores e formas. Houve quem cuspisse em suas obras por causa da máquina de tirar fotografias- invenção recente no seu tempo tão próprio- e que retratava exatamente o que toda a gente pensa que vê. Será mesmo?
Aqui por esses lados dizem que fiquei como se diz... pelado, ou melhor:pelado em cima da cabeça. da testa. Minha saudosa mamãezinha achava que, ao contrário das visões inimigas, invejosas, encurtara um pouco demais o corte e que o barbeiro de um Bertrand Russerl , muito fatigado depois de passar horas, quase nove décadas, com as navalhas apontadas para os pescoços de outros e para o seu próprio, desistira com essa ladainha de paradoxo. Quem corta quem ou de quem? O quê seria cortado mesmo? E aquele que corta o cabelo de todos os outros, naquela Paideia de pelos, e que não sabem cortar o próprio cabelo ( os filhinhos de mamãe todos), terá o seu cabelo cortado por quem? Afinal, ele só corta cabelos de quem não os sabe cortar? Mamãe dará sempre um jeito. Para o bem ou para o pior.
Parou um troço que brilha bem na nossa frente e a porta se abre. As duas tagarelas continuavam a repetir a história sobre o artista. Ele já dissera que não era bem assim. Não adianta. O vagão, contudo, estava meio vazio para o horário. Fiquei em pé. Ao lado da saída. Óculos escuros a constranger outros olhares que estão mais transparente, visíveis. Fogem desse olhar que sai driblando gente. Seria traço de autismo? E quem não o tem? Ainda que pouco?
Uma moça negra pula quase no colo do banco que se ofereceu. Ela pega seu telefone- faz companhia a uma multidão de humanos hojendía-, e passa a masturbá-lo ali mesmo. Dentro do trem. Olha com tesão para o rapagão enorme e belo que também acaricia o seu branquinho digital. A sacanagem não prossegue já que ele não lhe dá a mínima. Um grupo pequeno de turistas invade o ambiente. São turistas de fato. Não há dúvidas e isso pode por em risco a humanidade das pessoas. Eles quase sempre andam colados feito pombos enfileirados sobre o prédio abandonado. Boquiabertos de perplexidade ainda não traduzida. E muito mal ajambrados.
O Rio de Janeiro feito de sua gente tem essa fama- não somente por razões climáticas tropicais- de ser meio pelado por natureza. Sandália de dedo que virou traje fino para fim de festa de casamento. O Rio ficou cafona, brega. Uma pena. O SR. a quem se deu passagem quando a porta metálica se escancarou com entranhas à mostra , destoava daquele mundo. Era elegante no postar-se.
Destino alvejado. Estação terminal. Sim, eles anunciam o terminal daquele ser metálico. Ao menos para hoje. Amanhã e depois dar-se-á sequência. O futuro leva tempo demasiado , ensinou aquele argelino de Paris, passageiro imaginado, Louis Althusser. Certamente, porque existe de direito- nas nossas elucubrações, delírios e desejos- , mas não existe de fato. Quando estiver por chegar, já era. Já é futuro de um pretérito lambido.
Essa gente toda daquele trem era bem xôxa. Parece até com um certo cotidiano.
quarta-feira, 11 de março de 2015
KANDISNKY NO CCBB.
AINDA ESTÁ NO CCBB, RIO. Na rua que faz ano no mesmo dia da Cidade: 1 de Março.
Cem anos antes d'agente nascer- ou pensa que o fez- esse senhor russo surgia e pouco depois -influenciado por um daqueles jardins de Monet - decidiu abandonar o direito e a etnografia, dedicando-se então às artes plásticas. Criticou o pintor francês por ele tentar abstrair as formas que retratava. Depois, entendeu e se encantou e foi dos primeiros pintores-autores a produzir trabalho teórico consistente chamando-o, primeiro, de abstracionismo e depois arte concreta.
Kandinsky navega desde o ano passado nas nossas águas. Abaixo, um auto-retrato de seu amigo- no início opositor-, Schönberg ( compositor, pintor, pensante). Ao lado, um quadro pintado por um dos seus discípulos quando esteve na Alemanha, início do século XX. Abaixo desse, algumas das suas impressões. E por último, Pavel Filonov ( discípulo e interlocutor) e suas DUAS MENINAS.
Para quem acha que pintura é fazer retrato, somente as formas simétricas, tons que combinam com o sofá da sala, de mal estar , um Pau de self na esquina faz melhor. KANDISNKY É BRILHANTE.
Cem anos antes d'agente nascer- ou pensa que o fez- esse senhor russo surgia e pouco depois -influenciado por um daqueles jardins de Monet - decidiu abandonar o direito e a etnografia, dedicando-se então às artes plásticas. Criticou o pintor francês por ele tentar abstrair as formas que retratava. Depois, entendeu e se encantou e foi dos primeiros pintores-autores a produzir trabalho teórico consistente chamando-o, primeiro, de abstracionismo e depois arte concreta.
Kandinsky navega desde o ano passado nas nossas águas. Abaixo, um auto-retrato de seu amigo- no início opositor-, Schönberg ( compositor, pintor, pensante). Ao lado, um quadro pintado por um dos seus discípulos quando esteve na Alemanha, início do século XX. Abaixo desse, algumas das suas impressões. E por último, Pavel Filonov ( discípulo e interlocutor) e suas DUAS MENINAS.
Para quem acha que pintura é fazer retrato, somente as formas simétricas, tons que combinam com o sofá da sala, de mal estar , um Pau de self na esquina faz melhor. KANDISNKY É BRILHANTE.
quarta-feira, 4 de março de 2015
CARNAVAL, UMA ÚLTIMA PARTE. O RETORNO DE ALGUM FANTASMA ARLEQUIM
.
Anti-alérgicos podem fazer com que os seus sonhos- ou pesadelos- emerjam sem cerimônia. Sem censura, feito nome de programa. Até que você desperta para continuar sonhando pela vida. Então nesse pós carnaval , eis que a assombração de uma ex-modelo, bailarina, cantora e chiliquenta- trabalhou no Moulin Rouge nos anos 70 - e cujo nome é Watusi , ressurge. Olhem o que eu retirei da cartola sem cabelo por baixo. Watusi- nascida em Niterói- inventou a nota hiper fracionada quando foi jurada de um desfile das escolas de samba do Rio, no início de anos 80. Primeiro grupo, primeiro time. E lá vai Watusi evoluindo na avenida dos números: 4.2,,6,3, 5.4, 3,8 ( PARECIA ATÉ CILINDRADA DOS MOTORES AUTOMOTIVOS) .A cada anúncio, a cada punhalada, a bicharada ia soltando fogo pelas ventas. Castor- Bacharel em Direito de Andrade- coçava o nariz com o revólver. O impoluto Anísio Guiné Equatorial - previsão de seu nome futuro- quicava e parava no ar feito beija-flor. Somente ele e Dadá Maravilha- aquele atacante-folclore dos anos 70- conseguiam realizar tal sambadinha. Carlinhos Maracanã - quando a Portela foi rica tinha esse estádio monumental enquanto patrono-, por sua vez, ameaçava rasgar a fantasia de quem estivesse na sua frente. Piruinha - nome de um outro monarca para carnavais cariocas- trazia um revólver fumegante numa das mãos. Saía tanta fumaça que hoje poderíamos calcular a sensação térmica desse 38 arretado, irado, encolerizado. Girava o tambor em torno de uns 50, 60 graus de muito amor a 'Watusinar".
Watusi foi a Geni de um Buarque de Holanda, naquela quarta- feira de cinzas.
E ela só não virou cinza pois se escondeu a tempo e deu uma sumidinha-discreta como um mestre-sala- e que perdura até hoje. Antes porém, deixou-se entrevistar- tentando justificar seu feito raro. O que só fez aumentar o desastre das suas avaliações.
O berro gutural de um Carlos Imperial- tentou ser Jamelão na vida , mas não tinha a mesma sabedoria e elegância- ressoa nesse face+ book, passados mais de 30 anos. Cantemos então: DEZ!!!!! NOTA DEZ, WATUSI!!.
Anti-alérgicos podem fazer com que os seus sonhos- ou pesadelos- emerjam sem cerimônia. Sem censura, feito nome de programa. Até que você desperta para continuar sonhando pela vida. Então nesse pós carnaval , eis que a assombração de uma ex-modelo, bailarina, cantora e chiliquenta- trabalhou no Moulin Rouge nos anos 70 - e cujo nome é Watusi , ressurge. Olhem o que eu retirei da cartola sem cabelo por baixo. Watusi- nascida em Niterói- inventou a nota hiper fracionada quando foi jurada de um desfile das escolas de samba do Rio, no início de anos 80. Primeiro grupo, primeiro time. E lá vai Watusi evoluindo na avenida dos números: 4.2,,6,3, 5.4, 3,8 ( PARECIA ATÉ CILINDRADA DOS MOTORES AUTOMOTIVOS) .A cada anúncio, a cada punhalada, a bicharada ia soltando fogo pelas ventas. Castor- Bacharel em Direito de Andrade- coçava o nariz com o revólver. O impoluto Anísio Guiné Equatorial - previsão de seu nome futuro- quicava e parava no ar feito beija-flor. Somente ele e Dadá Maravilha- aquele atacante-folclore dos anos 70- conseguiam realizar tal sambadinha. Carlinhos Maracanã - quando a Portela foi rica tinha esse estádio monumental enquanto patrono-, por sua vez, ameaçava rasgar a fantasia de quem estivesse na sua frente. Piruinha - nome de um outro monarca para carnavais cariocas- trazia um revólver fumegante numa das mãos. Saía tanta fumaça que hoje poderíamos calcular a sensação térmica desse 38 arretado, irado, encolerizado. Girava o tambor em torno de uns 50, 60 graus de muito amor a 'Watusinar".
Watusi foi a Geni de um Buarque de Holanda, naquela quarta- feira de cinzas.
E ela só não virou cinza pois se escondeu a tempo e deu uma sumidinha-discreta como um mestre-sala- e que perdura até hoje. Antes porém, deixou-se entrevistar- tentando justificar seu feito raro. O que só fez aumentar o desastre das suas avaliações.
O berro gutural de um Carlos Imperial- tentou ser Jamelão na vida , mas não tinha a mesma sabedoria e elegância- ressoa nesse face+ book, passados mais de 30 anos. Cantemos então: DEZ!!!!! NOTA DEZ, WATUSI!!.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
CODINOME BEIJA-FLOR. SAUDADES DE UM TEMPO CAZUZA.
Repito o que já disse. Investigue-se tudo o que for necessário, pois o será plenamente somente o que for possível. Obviedade, não lhe parece? Sempre foi e sempre será assim.Mas é justo o que não quer se ver. Se for uma recusa malcriada, mal educada, um tanto de neurose pode-se crer. Caso novas realidades sejam apresentadas ,- tenham essas novidades as formas,os cheiros, as incompreensões ou devaneios que vierem a ter- teremos algo bem mais difícil de se resolver. E aí de um jeito PMDB- um superego a atiçar oposições e não abandonar jamais situações palacianas- vamos todos nos foder. Destino- metamorfose de brejo a nos acolher.
O corporativismo canalha e dissimulado triunfa no reino do subdesenvolvimento mental. Desde o mazombo cinicamente envergonhado de sua origem brasileira até uma promessa de contemporaneidade existente e nativa e que se posta em diversos campos do conhecimento, mas se torna exilada nas tantas tentativas de assassinato e mordaça a lhes acometer Ainda por cima com esse mesmo modo de haver de uma sub-imprensa e que em editais se faz vender por míseros reais pra valer.Das revistas Veja- em certos momentos confunde-se com detergente para lavar, corroer- mas também nas Cartas provincianas de um italiano vendido ( conterrâneo de ex-ministro) - todos nós temos o nosso preço para gratidões e traições-, assim como certos blogs e sites de pragmatismos de enrolar no máximo o peixe para se houver ( quem poderá prever?) um amanhã. De Cruvinel? Seria bordel?
Resolve-se o problema - se não houver solução, o problema nunca existiu- a partir de HOJE- com o 'JOVIAL' deputado federal paraibano, de apenas 25 anos, que presidirá uma CPI Numa Tal DA CÂMARA SEM IGUAL. E ele já declarou que '' à nível de campanha regional' ( Desculpo-me pelo mancebo e seu tropeço nas línguas) todo financiamento vale à pena desde que - suponho eu ao afirmar na sequência- A FOME, A GULA, A CARA DE PAU, NÃO SEJAM PEQUENAS.
Por certo, passará suas merecidas férias de Julho numa Equatorial Guiné a lhe desfrutar. Candidata-se , para tanto ou ora pois, ao posto de rainha de bateria. Virá no chão, rebolativo.
E tudo isso e nada mais me foi dito ( imaginem!) por um BEIJA-FLOR
Repito o que já disse. Investigue-se tudo o que for necessário, pois o será plenamente somente o que for possível. Obviedade, não lhe parece? Sempre foi e sempre será assim.Mas é justo o que não quer se ver. Se for uma recusa malcriada, mal educada, um tanto de neurose pode-se crer. Caso novas realidades sejam apresentadas ,- tenham essas novidades as formas,os cheiros, as incompreensões ou devaneios que vierem a ter- teremos algo bem mais difícil de se resolver. E aí de um jeito PMDB- um superego a atiçar oposições e não abandonar jamais situações palacianas- vamos todos nos foder. Destino- metamorfose de brejo a nos acolher.
O corporativismo canalha e dissimulado triunfa no reino do subdesenvolvimento mental. Desde o mazombo cinicamente envergonhado de sua origem brasileira até uma promessa de contemporaneidade existente e nativa e que se posta em diversos campos do conhecimento, mas se torna exilada nas tantas tentativas de assassinato e mordaça a lhes acometer Ainda por cima com esse mesmo modo de haver de uma sub-imprensa e que em editais se faz vender por míseros reais pra valer.Das revistas Veja- em certos momentos confunde-se com detergente para lavar, corroer- mas também nas Cartas provincianas de um italiano vendido ( conterrâneo de ex-ministro) - todos nós temos o nosso preço para gratidões e traições-, assim como certos blogs e sites de pragmatismos de enrolar no máximo o peixe para se houver ( quem poderá prever?) um amanhã. De Cruvinel? Seria bordel?
Resolve-se o problema - se não houver solução, o problema nunca existiu- a partir de HOJE- com o 'JOVIAL' deputado federal paraibano, de apenas 25 anos, que presidirá uma CPI Numa Tal DA CÂMARA SEM IGUAL. E ele já declarou que '' à nível de campanha regional' ( Desculpo-me pelo mancebo e seu tropeço nas línguas) todo financiamento vale à pena desde que - suponho eu ao afirmar na sequência- A FOME, A GULA, A CARA DE PAU, NÃO SEJAM PEQUENAS.
Por certo, passará suas merecidas férias de Julho numa Equatorial Guiné a lhe desfrutar. Candidata-se , para tanto ou ora pois, ao posto de rainha de bateria. Virá no chão, rebolativo.
E tudo isso e nada mais me foi dito ( imaginem!) por um BEIJA-FLOR
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Sobre fuzis. Brasis/Indonésias
Sobre fuzis. Brasis/Indonésios.
A pena de morte é um castigo irreversível e bárbaro. Seja a injeção venenosa discreta, o fuzilamento ou ainda a decapitação ‘’sanguilonenta por demais “ – diria um Odorico Paraguaçu ( personagem de Paulo Gracindo na novela exibida nos anos 70/80) e cheio de amor a ofertar. Talvez por isso não tenha inaugurado o seu cemitério sucupírico com outro defunto, senão ele próprio.
Levantando a ficha do condenado, deparamo-nos com a seguinte declaração : ‘ Nas muitas vezes que lá esteve reconheceu o risco, mas a beleza e o preço em conta e mais o cachê pelo produto traficado compensavam. ‘A Indonésia é linda’- declarou. Portanto, sabia do risco sobre o erro. E burlou a regra da brincadeira. Daí o erro. Criança malcriada feito a gente; feito de gente. Desconhecer a lei? Não nos é permitido. Esse é um dos aspectos perversos de qualquer enunciado legal. O outro é a simples aplicação em pró de uma suposta maioria, cuja decisão foi convencionada por uma minoria de excelências. E aí o turista desavisado se por aventura de férias decidir por dar uma cusparada no chão de uma rua em Cingapura ou em outro lugar do planeta será multado. Nos EUA o regime federalista impõe regras específicas a cada Estado. Lá, o Estado tal pode matar oficialmente e um outro Estado não. O cidadão sabia. Quis ser mais esperto do que os espertos. Nossos conterrâneos da cidade ‘maravilha’ bem sabem que um bom malandro joga limpo. Joga o jogo das seriedades. Não que ele não tenha feito em série, mas arrogantemente ( ingenuamente?) fingiu que não sabia. Aliás, está na moda- ao menos nos últimos 12 anos- ver e não ver; mas foder e saber. Ah! Isso é tesão para valer! Olha a má criação sacana aí. O modismo do ‘recalcamento’ cínico. Daí o pedido de clemência. Faz paridade.
Foram executados australianos, indonésios e outros cidadãos do mundo. Integram uma lista dessa praticagem de fuzilar, nesse arquipélago gigante asiático, desde o início dos anos sessenta. Não é pessoal, nem tampouco
está assentado sobre argumento político. Em certos momentos por suposto que
sim, pois os norte-americanos ( sempre eles) entregaram uma lista com cinco mil
nomes de membros ou simpatizantes do partido comunista para serem fuzilados
devidamente, na época da mal chamada guerra fria ou armistício postergado. Sem
contar os inimigos do governo local. Pode-se ler nas entrelinhas; ‘ In god we
trust’. É trágico, foi triste. O peso da condenação nos parece exagerado diante
do delito cometido. Por que então não negociar com esses caras- é a maior nação
islâmica do mundo e aqui pelos nossos altares o catolicismo comanda- acordos
comerciais mais rentáveis entre Brasis e Indonésias? EUA faz o tempo inteiro
isso. Tudo bem que se trata da maior potência econômica= potência bélica
existente. Isso tem um peso gigantesco tal qual o tamanho geográfico daquele
amontoado de ilhas, mas pode-se tentar. Se realmente há interesse. Ou seria
mais uma tentativa de retirar das primeiras linhas dos nossos jornais aquilo
que não se sabia e que nunca se verá? Porque não se quer.
Assim sendo uma extradição para quem está no corredor do
fuzilamento e sob tortura há muitos anos (isso é que é o pior) não seria de
todo impossível nesse jogo entre coringas determinados. Não há espaço para
amadores. Infelizmente, existe de sobra para demagogos atrapalhados.
OBS: Arnaldo Jabor chamou de medieval tal fato. Tem razão. E
o que se passa no Brasil Carnaval e seus hospitais públicos, na segurança
pública, na educação pública, no sistema penitenciário, no puteiro parlamentar?
Vai unzinho aí, excelência?
HOJE É DIA DE SEBASTIÃO....QUE VIDÃO.
Enquanto a turma invade sem cerimônia e educação a Nova Praia de Ramos- antigo Arpoador- alguns museus importantíssimos do Rio estão fechados por falta de pagamento de contas e salários. Portanto, o turista um pouco mais culto fica sem opções importantes ( se bem que eu acho que esses não aparecem nessa época do ano, quero crer) . O museu nacional da Quinta da Boavista está à míngua. O da República, que adoro, também. E Olha que Getúlio ali se matou e deixou o pijaminha marcado de sangue à mostra, sobre a cama. Lá ( NO MUSEU DA QUINTA) nasceu Pedro II e existem relíquias fantásticas de um tempo em que os portugueses ajudaram a civilizar 'nosotros',ou seja, índios.Além de ter sido sede do primeiro pólo de pesquisa científica do país! A viúva, ou seja, o Rio, sofre em manter instituições de cepa federal na sua casa. Após mais de 50 anos daquele delírio Juscelínico. Delírio sábio , pois as pressões na capital e seus conflitos municipais , estaduais e federais tornam-se insustentáveis para a governança. E adicione o fato que algumas importantes capitais federais não se localizam perto do oceano. Hoje, quando o milagre suposto a um Sebastião Erotizado e por conseguinte o triunfo de Portugal sobre os Tupinambás não respeitamos as nossas caras tradições. E os recursos financeiros e pessoais não chegam ou acontece aquilo que todo mundo sabe, mas não viu. CONSTRUIR NOVOS MUSEUS É SEMPRE MUITO BOM. SOBRETUDO, PORQUE AQUELA EMPREITEIRA E AQUELE PREFEITO OU GOVERNADOR SE DÃO BEM. E FATURAM POLITICAMENTE TAMBÉM. MANTER E RESTAURAR O QUE TEMOS PARECE QUE NÃO. ACHO QUE SERIA AINDA MELHOR.
PEDRO II ( GRANDE IMPERADOR) Avisa, mortificado de inveja, ao Rei do Carnaval , Um Marquês Sapucaí : "COMO CONSEGUISTES SER PROMOVIDO DE VISCONDE A MARQUÊS PÓS- MORTE?'
PEDRO II ( GRANDE IMPERADOR) Avisa, mortificado de inveja, ao Rei do Carnaval , Um Marquês Sapucaí : "COMO CONSEGUISTES SER PROMOVIDO DE VISCONDE A MARQUÊS PÓS- MORTE?'
A RESPOSTA VIRÁ EM ALGUM CARRO ALEGÓRICO DE SEMPRE. Contudo, O MARQUÊS BALBUCIOU ALGO ENTRE UM BATICUMBUM PRUCURUNDUM DUM DUM DUM : ORA, ORA, MAJESTADE. POR QUE ACHAS QUE QUE ME TORNEI ESSA PASSARELA MAIS CELEBRADA?'.
VIROU MARQUESA. DEVE SAIR NO PRÓXIMO DIÁRIO OFICIAL DE ALGUM CHARLIE HEBDO BRAZUCA
Assinar:
Postagens (Atom)